E somos nós ... ♪
quarta-feira, 5 de março de 2014
A razão de ainda querer o ter, é a mesma de que muitos ainda buscam a cidade de El Dorado. Um mistério, o talvez de nem existir aquilo tudo que se imagina, idolatra, mas que de fato se precisa da certeza, do "sim"que venha, ou do simples "não" desagradável. Percorrer caminhos longos e cheios de armadilhas, o coração e a razão que entram em conflito, no vingar do passado incerto, do futuro que logo ali estar, ele segue, seguro. Ela guarda ouro e cobre, prata, bronze e deleitos, ela construida no meio do nada, se tornara um tudo para um aventureiro, um simples cara que quer toda sua "riqueza" e, mostrar para o mundo inteiro, que ela agora o pertence, toda ela, cada tijolo e sorriso, tudo dele. Depois da conquista, com um orgulho e fortuna de rei, ele voltara, mostrando, erguendo nos braços e publicando fotos em jornais e outdoors, com toda força e fé de que aquilo, aquela cidade conquistada, representada por uma loira mesclada de vontades, e sendo a cidade uma mulher, homem simples ele continua a ser, mas amando de fato aquela que o faz imaginar e descrever tais fatos nunca vividos, mas do mais, bobamente sentidos.
segunda-feira, 3 de março de 2014
Parte de partes
Como algo derivado do verbo, ela
me fez aparecer em espelho, uma semelhança distante da não aparência, de
minoria certa, do talvez ser ela. Foram tantas coisas ditas, escritas e até mal
entendidas, e a única coisa certa era o jeito de ambos agirem, na musica, no
lugar, de onde e com quem se quer estar, dormir. Fome minha, dela talvez, do
nome, da charla antiga cuja, que se faz em mim, o mais fácil é assumir, e de noite,
qualquer noite, aquela noite, nosso sono, nós, seremos um só, sozinhos, em quase plena amizade. Vamos
viajar, velejar no deserto branco, dos teus olhos que brilham e dos dramas
expostos, do exagero que supera o poeta e a guerra, numa luta, no colocar para
fora o que se sente, mente. Nos pego no dispor, nas sequência das vontades que
me calam e que em meio ao sonho, aos planos e a vida que ainda virá, viremos, e
ela veio, pra ficar, pra me fazer bem, completo, dela.
quinta-feira, 27 de junho de 2013
Foram sete dias, e tudo se criava. Depois veio a roda, a escrita, fazer em grupo um meio de ser mais forte, vencer o frio, uma delas, era, gelo, Pompeu. Roma, Macedônia e cabelos dourados, buscam um só centro, de poder e glória, regando as rosas do rei, que agora, senhor dos meus, vive em trono, em trova. Poemas foram escritos, musicas rodadas, e o muro caiu, a mulher de saia, agora, beija o terço, terça feira de setembro, país independente, e a noz moscada vira doce de nata goiaba, nada se encaixa, taxas. Foi assim em cinco ou dez, o cinto que rompe, a veia que veio só por um véu, rasgado, chutado, coisado. O meu barco bêbado está, deve ser a maré de Capitu, pisa, torre, tosse, e engole saliva, pão, parto e prato de porcelana, vida. Monumentos estão aqui, póstumos de sentido, a historia se fez antes do nosso, mas só e somente só depois do você, que tu, tudo, o tanto e bolero se fizeram natos, nos dois anos passados, feitos no aqui, nada perdido, estalo, mas no teu momento de rir, meu mundo, é teu, amor, tua vida, em mim, tudo te pertence, é sim, é claro.
domingo, 17 de fevereiro de 2013
Arte de vinte, vinde
Dizem que é preciso vinte movimentos para se resolver o Cubo
de Rubik, alguns músculos dos rosto, dez com dez, uma soma do episodio daquele
desenho animado, esse twenty que vem de fora, os mesmos quilômetros
que Nicola Arigliano percorria por dia, o conjunto das letras do teu nome, ah teu
nome. É tanto jeito, tanto riso, tanta flor, vinde, os dos quatro vezes cinco,
quarto, fora do cinto, sinto teu cheiro, das rosas, da tua acidez feminina, e
do que não se pode sair da boca tua, minha, nossa historia dos livros que não li.
São pastores que te seguem, em cabalístico, reperime, processa, se liberta e
unge esse teu res-peito, que me tens, em que durmo, e tenho vida em sonho. Em meio, sem beijo, de noves e fora, do um que
desce, e daquele que some no meio da noite, esse eu, te agradece pelos os
melhores vinte dos viste, que viram, calor de bela, quase negra, ela minha
boba, amada, arte em pietá de carne e gosto, amor, ainda em esboço.
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