segunda-feira, 9 de junho de 2014

Zombando dos pecados e do meu acaso, dos dois ou três passos, pedi um drink e um novo alguém, no aqui, me pegando em meio a necessidade suave do pelo menos trocar algumas palavras soltas, das conversas curtas, e do te desejar o melhor do dia, pois de fato, o meu melhor em mim, do meu dia em vida, era pois justamente o velho e simples "oi" que tu nos dava no inicio de tudo, era como o gêneses das boas sensações, coisa de intensidade, da falta de vergonha e de vontade sem igual, único. Me dei sem embrulho, da forma mais clara e direta, em direção de arma fatal, de sentir estar vivo, mas morrer de saudades, em meio tempo de três ou menos minutos fora do alcance, do peito, dos lábios, e das danças sonhadas na cerimônia, de batismo e casório, causados em plenitude perfeita, simetria sem defeitos, ou quase isso. Eu te desenhei na ultima folha do meu caderno, mas em todas as páginas da minha vida. Corrigi vários defeitos, e fiz jus ao dez tirado em matéria dos oitenta anos, do te, nos fazer feliz, felizes, nas lacunas obrigatórias, teu nome preenche o resto, e contigo, sem-tigo, nada é sobra, se completa, tu, me completa. Espero e rogo que tudo se resolva, o mar, a via láctea, os corais e nossos filhos, em dia de quase morte, sem saber dos teus passos, rodopiando no não desejar mais que isso, viver assim, por e com, você, bem assim, no nosso tempo.

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