quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Enquanto só.


Já convivi com tantas mulheres, algumas beiravam a perfeição, outras a meu ver não conseguiram nem meu apresso, umas até me trouxeram surtos de amor, só surtos. Entre fulanas e cicranas, assim vai, são frescas, duras, leves, sérias, perdidas, santas, devassas, meigas, e que no fim, as melhores sempre são irreais, mas que por ultimo venha ela, moça que passa , moça que não é a melhor nem a mais bela, entretanto, faz de minha utopia particular a mais cabível e desejada realidade, nela não só são seios e pernas, o físico não é nada comparado aos abraços, sorrisos e olhares vindos da alma, feitos de sentimentos verdadeiros e duradouros, nela a pureza se faz, a melancolia não possui lágrimas, com ela pode haver chuva e tempestades, mas sempre com o sol, o brilho, o calor, e depois disso, o que só falta, é encontrá-la, pois tudo aqui mostrado são lembranças que nunca existiram mas que todo dia são as que mais me vejo, as que mais espero, as que mais preciso.

Um comentário:

  1. gente, que lindo!
    Vc escreve muito bem!
    Parabéns!

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